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Áudio sobre o bordiguismo

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  Esse é um áudio que eu fiz ano passado num grupo, fazendo um pequeno histórico da corrente bordiguista. Pra ouvir, é só clicar no link, da imagem. Digam depois se tá bom o som e se ficou fácil de entender, ou se precisa editar ou corrigir alguma parte, por favor.

Bora fazer uma newsletter!

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Essa semana, o Blogger avisou que não vai mais mandar automaticamente os novos posts do blog pra lista de e-mails inscritos. Só assim que eu peguei essa lista, que eu nunca tinha conseguido achar antes (veio um tutorial junto com o aviso).  Então, resolvi aproveitar a situação pra fazer uma coisa que há muito tempo eu queria: organizar uma lista de e-mails pra depender cada vez menos do facebook.  Que usa o facebook há alguns anos, percebe que a quantidade e a qualidade das interações vêm caindo, em parte por causa da superlotação, em parte por causa dos algoritmos, que cada vez mais privilegiam quem paga pra impulsionar as páginas, e em parte porque, vendo isso, uma parte dos usuários têm ido pra outras redes sociais, que costumam ser piores de interagir do que o próprio facebook: instagram, whatsapp e por aí vai.  A newsletter é uma forma meio à moda antiga de se comunicar, e eu quero ver se dá certo. Vou tentar colocar o mesmo tipo de conteúdo do blog, ou seja, temas mais ou menos l

"Vazio de Dentro", do Luiz Andrade

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Para comprar o livro, fale com o autor pelo e-mail luizim23@gmail.com  Essa vontade triste de ser e acabar-se sempre no antes Vazio de Dentro (2020) é o segundo livro do Luiz Andrade, o primeiro foi Matutando (2017). Esse faz parte do outro pólo do mundo do autor. O Matutando fala muito do universo rural mineiro, evocando a infância, a família, a natureza, enquanto Vazio de Dentro é a passagem pro mundo urbano.  Ele se divide em duas partes, que tecnicamente são bem diferentes, quase que dois livros quase independentes - ou então, a primeira parte, com epígrafe do Álvaro de Campos, o heterônimo mais urbano do Fernando Pessoa (“porque ser é ser bastardo/ e só Deus nos servia”) é meio que a suma do que é explicado mais narrativa e discursivamente na segunda parte, com epígrafe do Alberto Caeiro (“não acredito que eu existe por detrás de mim”). Os poemas da primeira parte são curtos, algumas vezes lembram haikais (“embarquinho de papel/ sopra o vento da memória/ na proa rasa de minha

Voz Proletária

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  Esse é o meu novo conto, uma história de ficção científica retrofuturista baseada em fatos reais do movimento operário. É o primeiro que eu publico pela Amazon, para comprar, é só clicar na imagem

"Trabalhadores do Brasil"

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Eu tô lendo aqui a coletânea de contos Trabalhadores do Brasil , que foi organizada pelo Roniwalter Jatobá e publicado em 1998. É muito boa. Só quero comentar sobre algumas questões estéticas envolvidas.  Em primeiro lugar, o Luiz Ruffato considera que o Roniwalter Jatobá foi o criador de uma literatura proletária brasileira . Não sei. Antes dele, existiram escritores que falaram sobre a classe trabalhadora brasileira, talvez o diferencial do Jatobá tenha sido esse ser o foco da obra dele. Aliás, o próprio livro mostra que esse tema tem sido explorado pelo menos desde o começo do século XX, até por outros autores além dos representados na coletânea, por exemplo o Dalton Trevisan, Mário de Andrade, ou vários naturalistas (Inglês de Souza, Aluísio Azevedo, talvez o Domingos Olímpio etc).  O que também é apontado pelo Luiz Ruffato, e com razão, é que, muitas vezes, em vez de retratar os trabalhadores, os escritores têm retratado o lumpemproletariado (Plínio Marcos, Paulo Lins e por aí vai

Live "Tributo aos 200 anos de Friedrich Engels: Vida, Obra e Atualidade para a Esquerda", do Coletivo Judaico de Esquerda

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  Clique na imagem pra acessar o vídeo

Live "Liberdade e Responsabilidade na Pandemia", no canal Linhas de Fuga

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Agradeço novamente ao Diego Felipe pela oportunidade da conversa