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Mostrando postagens com o rótulo Tatiana

Banal (Luanda Davis e Rodrigo Silva)

De tanto derramar sentimentos pesados nas almas e ações alheias, a despedida foi feita em silêncio. Tornei-me aquilo, que é, para todos: um nada a vagar. Pactuei tentar parar de deixar vestígios acres textos mal escritos para, quiçá, um filho ou sobrinho. Os ossos estavam entulhados, de ressentimentos seculares; demoraria e muito, para conviver em coletivo; estava embotada em: dores imaginárias, amarguras homéricas e cóleras. Havia de reinventar-me; para quiçá renascer, sem tantas ganas de querer auto-aniquilar-me e sim viver, para fora.

Apropriação cultural e racismo culturalista

Tinariwen, blues berbere Escrito junto com a Tatiana Costa Esse texto é o resultado de uma reflexão sobre uma tendência cada vez mais forte dentro dos movimentos sociais. Desde já declaramos que o movimento operário, assim como os novos movimentos sociais influenciados ideologicamente 1 pelas várias correntes do socialismo, são tão machistas e racistas como o restante da sociedade em que atuam, isso quando não usam de argumentos “socialistas” pra justificar o seu masculinismo e supremacismo branco com apelos à “unidade da classe”, “luta contra o 'verdadeiro' inimigo” etc. Porém, o nosso objetivo é argumentar que os vários elementos ideológicos pós-modernos (lugar de fala), culturalistas (apropriação cultural) ou formalistas ( teoria do privilégio ) difundidos através da internet tentam combater as concepções erradas com outras tão ruins quanto ou até piores. No final, vamos tentar propor formas de combate ao masculinismo e à supremacia branca na esquerda...

A menina, os balões e o simbolismo

A menina, os balões e o simbolismo A menina e os balões ao seu redor; poemas não definirão, o encontro explosivo entre Kandisky e o universo particular; sem notar, deu vida, aos que labutam; para que, jardins floresçam em seu interior. Poema de Luanda Davis Foto Rafaela Magnani